domingo, 29 de março de 2009

É MISTER - Poesia - Loila Matos - Canguçu - RS - Brasil





É mister


É mister reforçar
Os alicerces
Que foram minados pelo medo.

É mister desvendar
A bruma
Que encobre o rochedo.

É mister rasgar
Os véus
Que envolvem a perfeição.

É mister derramar
A luz
Que reflete as maravilhas da criação.

É mister cultivar
Raízes
Que trazem a seiva vital
Que é a essência da vida
E do mundo espiritual.

É mister reativar
Corpo, mente e espírito
Que foram imolados.

É mister lançar
Chamas que sejam faróis
A mostrar a direção
Para os desencantados.

Loila Teresinha Cunha de Matos


Ver:

É Tempo de... - Poesia
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2010/07/e-tempo-de.html

A Rosa Sonha
http://cangucuemcoresii.blogspot.com.br/2011/12/rosa-sonha.html

Desideratos
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2010/01/desideratos-ousar-determinacao-firme.html


Fortes Arrimos
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2016/08/fortes-arrimos-poesia-loila-matos.html

Lembrete:

Ler o Comentário de Rosbak

4 comentários:

  1. marilei bittencourt1 de abril de 2009 01:44

    Amiga, teu blog tem feito muito bem para minha
    vida, pois é otimo

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  2. Poesia! Por um lado não curto muito, mas gostava de ler Manuel Bandeira, Carlos Drumond de Andrade e Mário Quintana, principalmente este último. E fazia meus versinhos de pé quebrado, principalmente no decorrer ou depois de uma paixão mal resolvida. Por exemplo, gostei deste, de autor desconhecido:
    "Todo mundo te abraçou (menos eu)
    Todo mundo de beijou (menos eu)
    Mas um dia foste embora
    E todo mundo te esqueceu (menos eu)"
    Vai daí que fiz minha própria versão:
    "Todo mundo te abraçou (eu também)
    Todo mundo te beijou (eu também)
    Mas um dia foste embora
    E ninguém te esqueceu (só eu)".

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  3. Amiga, fico feliz em saber disso. Obrigada, Senhor!!!!!! Oro para que isso continue acontecendo, às vezes basta aprender a olhar para que a vida se torne mais bela. Amigo, de uma forma ou de outra somos poetas na nossa passagem por estas veredas. Até podemos negar mas...

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  4. Como era mesmoo provérbio popular? "De poeta, médico e louco, cada um de nós tem um pouco".

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