domingo, 31 de julho de 2011

Canção do Dia de Sempre - Mário Quintana - Imagens



Canção do Dia de Sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa.

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

É só ganhar toda a vida
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua...
Tudo vai recomeçar.

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa dos sonhos
Nas tuas mãos distraídas.

Mario Quintana

Imagens:

Rosa - Canguçu, RS, Brasil
Rio Camaquã, Canguçu,, RS, Brasil

Fotos: Loila Matos

Ver:

http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2010/06/cancao-de-bau.html
http://cangucuemcoresii.blogspot.com.br/2011/12/o-homem-e-agua-mario-quintana.html
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2011/07/os-retratos.html
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2015/12/e-poesia-seio-nascendo-mario-quintana.html
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2014/04/ray-bradbury-mario-quintana.html
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2014/05/bilhete-mario-quintana.html
http://cangucuemcoresii.blogspot.com.br/2011/12/auto-retrato.html

Rio Camaquã
http://profclaudiomaroliveira.blogspot.com.br/2011/05/rio-camaqua.html

Vida mais feliz


"Desde que deixei de me procurar,
levo a vida mais feliz que pode haver."

Ivan Sergueievitch Turgeniev

O PEQUENO LIVRO DA VERDADEIRA felicidade

Anselm Grün

sábado, 30 de julho de 2011

Noites, penas e guitarras - Luiz Carlos Borges - Imagens Canguçu - Bagé - RS - Brasil

Canguçu - Loila
Bagé - Foto: Josana
Bagé - Foto: Josana


Noites, penas e guitarras

[Son largas mis penas viejas
Como las noches son largas
Y así las veo cruzando
Mateando la yerva amarga]

Sofro insônias de guitarra
E guitarreio ao sofrê-las
E ao bordonear noite afora
Cantam comigo as estrelas

Na cancha reta das cordas
Disparam mal enfrenados
Os fletes negros dos sonhos
Que se tornaram aporreados

Eu que amansei tigres xucros
A braço, mango e chilenas
Nem mesmo fiz redomona
Minha tropilha de penas

(Son largas mis penas viejas
Como las noches son largas
Y así las veo cruzando
Mateando la yerva amarga)

E se a lo largo adormeço
No catre trançado a tentos
Me embala a voz da guitarra
Sonorizada de ventos

(Son largas mis penas viejas
Como las noches son largas
Y así las veo cruzando
Mateando la yerva amarga)

Luiz Carlos Borges e Aparício Silva Rillo


Encontro nas Alturas

http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2016/10/encontro-nas-alturas-imagens-primavera.html

Rancho da Estrada - Os Araganos - Imagens Marcantes - Canguçu - Bagé - Pelotas - RS - Brasil

Foto: Leila Marina - Pelotas, RS, Brasil
Foto: Loila - Canguçu, RS, Brasil
Foto: Loila - Canguçu, RS, Brasil
Foto: Loila - Canguçu, RS, Brasil
Foto: Loila - Canguçu, RS, Brasil
Foto: Josana - Bagé, RS, Brasil
Foto: Josana - Bagé, RS, Brasil
Foto: Josana - Bagé, RS, Brasil
Foto: Josana - Bagé, RS, Brasil
Foto: Josana - Bagé, RS, Brasil


Foto: Josana - Bagé, RS, Brasil


Rancho da Estrada

Tenho meu rancho
Na beira da estrada
Tropeiro que passa
Sempre faz chegada...

Tenho cana boa
e a viola chorona
que faz o compasso
pra velha cordeona.
Falece a tarde
Naquelas quebradas
Trazendo a noite
Tão bela enluarada

E valentes tropeiros
Que vêm da invernada
Repontando a tropa
Rumo a charqueada.

O dia amanhece
Canta a passarada
Uma prece serena
Chora a madrugada...

Desperta o tropeiro
Para a retirada
Levando a saudade
Do rancho estrada.

Letra: Airton Pimentel

Interpretação: Os Araganos

Imagens: Canguçu - Bagé - RS - Brasil

Ver:

Eco de Eternas Ausências

http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2014/05/eco-de-eternas-ausencias-os-araganos.html

Encontro nas Alturas
http://cangucuemcores.blogspot.com.br/2016/10/encontro-nas-alturas-imagens-primavera.html

Entardecer - Soneto - Michael Jullier Gama Alves - Imagens Estonteantes: Entardecer em Canguçu - RS - Brasil










Entardecer

Quando o sol desenha o crepúsculo,
Ao se ocultar em bela tarde,
Um lirismo de amor nasce maiúsculo,
Na alma onde a vida arde.


No horizonte o astro auricrinito
Se põe a fugir enquanto
Jesus fulgura Seu olhar inaudito,
Onde o sol procura seu recanto.


As águas se dizem o espelho
Da pintura a cujo artista
Vem a se render todo o joelho.


E o fulgor às águas avista,
Enquanto o sol se pinta de vermelho,
E finalmente foge da vista.

Michael Jullier Gama Alves


http://www.poesiasonline.com/amor/entardecer.html
Nota: 

As Imagens são do dia 25 de julho de 2011

- Homenagem feita pela Natureza ao colono e ao Motorista! Paz e Bem!


Fotos: Loila Teresinha Cunha de Matos

quarta-feira, 27 de julho de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Cavalo crioulo - Joca Martins



Cavalo crioulo

Vem do Andaluz sem engano
Que andejou no passado
Por mares não navegados
Ao destino americano
Do mimetismo pampeano
Que legou gateados fortes
Criados xucros na sorte
Há mais de quinhentos anos.

Vem de ibérico baguais
Chegados antes fecundos
Aos campos do novo mundo
Que foi chão dos ancestrais.
Vem de bravos ideais
A galope, combatentes
Conquistando o continente
Em fronteiras desiguais.

Na seleção das manadas
Por força, fôlego e raça
Há um destino que se traça
Pras gerações esperadas
Entre sóis e chuvaradas
Neves, mormaços, minuanos
Deste solo americano
Nos Andes, pampas, canhadas.

Relincham reprodutores
Guiando suas manadas
Éguas prenhas, "potrillada"
Com seus ventos divisores
E a mão dos dominadores
Se desenha na Argentina
Com a força campesina
Dos tehuelches domadores.

O tempo fez, sem igual
Seu papel de formador
Legando ao historiador
A biografia bagual
Do cavalo magistral
Que viu nascerem cancelas
Desde as velhas caravelas
Aos escampos de "El Cardal"

Assim a história lhe vê
Como um guerreiro valente
Plantando a própria semente
Às vezes mais de uma vez
O próprio destino crê
Não ter sido um mero pealo
O encontro desse cavalo
Com Emílio Solanet.

Por isso a pampa bravia
Segue em torno do cavalo
Parecendo emoldurá-lo
Em cada fotografia
E há estranha magia
Que o olhar, exultando
Ver a querência julgando
A cada morfologia.

Vejo tropa e matadouro
Numa paixão transcendente
A terra, o índio, a semente
A marca quente e o couro
Revoluções e tesouros
Potros campeando a manada
Na prova da paleteada
Final do freio de ouro!

Joca Martins
Composição: Rodrigo Bauer

6 Lições do Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry - Imagens - Canguçu - RS - Brasil


6 lições do príncipe

1) Lição: o que é cativar

O livro trata de encontros e despedidas, do quanto é difícil deixar alguém que nos cativou.
"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". O encontro do Pequeno Príncipe com a raposa na Terra é muito bonito, porque é ela quem explica a ele o que é cativar, algo que ele não entendia muito bem, mas estava vivendo em seu planeta com uma rosa.

2) Lição: a diferença entre o ter e o ser

Em um dos planetas que o Pequeno Príncipe visita, há um empresário que só está preocupado com os números, quer possuir tudo, até as estrela. É tão ocupado que não tem tempo para acender o cigarro em sua boca. Às vezes, as pessoas confundem uma coisa com a outra, mas o livro tenta delinear que há diferenças entre ter e ser.

3) Lição: respeito pelo outro

"Quando a gente acaba a toalete da manhã, começa a fazer com cuidado a toalete do planeta", dizia o Pequeno Príncipe. Dá para trabalhar os cuidados com a casa, seja o que for "casa" - pode ser o planeta, a casa mesmo, o quarto. Aqui é a questão do cuidado com o outro, do respeito, da solidariedade.

4) Lição: dar ouvido às perguntas

As "pessoas grandes", como o livro se refere aos adultos, também têm muito o que aprender com a obra de Saint-Exupéry, principalmente de como lidar com as crianças. O Pequeno Príncipe é um menino que nunca renunciava uma pergunta, e as crianças têm muito isso. Elas perguntam muito, e não desistem até terem suas respostas. O motor do saber se dá com uma pergunta inicial, e é assim que as crianças exploram o mundo.

5) Lição: a infância é uma aventura

Assim como o Pequeno Príncipe saiu do planeta dele, tão familiar, para se aventurar e desbravar o mundo, as crianças também deixam o território familiar para se aventurarem na escola, que é um universo completamente novo, onde vão encontrar figuras de autoridade diferentes e precisarão fazer laços com colegas (que também são diferentes).

6) Lição: enxergar além

No início do livro, o narrador conta como as "pessoas grandes" não entendiam um desenho que ele tinha feito quando criança, de uma jiboia com um elefante dentro. Elas diziam que era um chapéu e nem davam muita bola. O narrador usou esse desenho como teste durante muito tempo para ver se as pessoas eram realmente sensíveis e capazes de ver além. E isso é muito importante quando se lida com crianças - tentar escutar além do que elas estão dizendo, pois as crianças falam muito de outras formas, como com um desenho.

Fonte: Meu filho - ZERO HORA
25 de julho de 2011

Imagem: Guri e a Criatividade - Canguçu, RS, Brasil

Fotos: Loila Matos

Lembretes:
Ler o Livro! Ofertar Livros!

Ver:

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O guri e o gafanhoto




Costela-de-adão - Monstera deliciosa

Dados botânicos:

Família das Aráceas
Origem: México
Cuidado! Planta tóxica

TUDO VERDE; FRANCESCOBIANCHINI e AZZURA CARRARA PANTANO
http://www.esalq.usp.br/siesalq/pm/plantas_toxicas.pdf

domingo, 24 de julho de 2011

A felicidade se expande - excerto



"Aprendamos a nos alegrar: é a melhor maneira de desaprender a magoar o outro."

Friedrich Nietzsche

  • A alegria que sentimos em nós mesmos, transmite-se para os outros.
  • A pessoa feliz não precisa mais ferir.
  • Quem é feliz exprimirá sua felicidade transmitindo ao outro algo de sua alegria.
  • A felicidade se expande...

O PEQUENO LIVRO DA VERDADEIRA felicidade; Anselm Grün

sábado, 23 de julho de 2011

Não há Derrota - Ralph Waldo Emerson Imagem - Canguçu - RS - Brasil


"Não há derrota senão a que vem de nós mesmos.
Não há barreira intransponível senão a nossa própria fraqueza."

Emerson

Filósofo e poeta americano



Fonte:
ADMINISTRAÇÃO HOLÍSTICA - A INTUIÇÃO COMO REFERENCIAL; Suely Braz Costa

Imagem: Panorama Canguçuense - Canguçu, RS, Brasil
Foto: Loila

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Sábio do Mate - Rodrigo Bauer e Joca Martins - Imagem

O Sábio do Mate


No fundo desse meu mate habita um sábio,
um velho de barbas brancas que tudo entende...
Das trenas, das longitudes, dos astrolábios;
encerra tudo o que apaga, tudo o que acende!

Na água – suave remanso – de rio tão largo,
na erva verde-coxilha virgem de arado;
procuro a luz do caminho dentro do amargo
no sábio que me responde, mesmo calado...

Pra ele não há segredos, não há mistérios...
Por velho, sovou as rédeas do coração...
Talvez por isso, a lo largo, todo o gaudério
aceita tantos conselhos do chimarrão!

Quem ouve o sábio do mate, sabe da vida!
Mateia, assim solitário, com toda a calma...
Pois no silêncio do mate, em contrapartida,
se escuta a voz experiente da própria alma!

Pois dormem dentro da cuia: pialos, bravatas!
A história desta querência em seus alfarrábios,
sorvida pela memória em bomba de prata...
No fundo desse meu mate habita um sábio!

Um dia vai, outro chega, é esta a jornada...
Começa outro caminho se um chega ao fim...
E em cada mate que cevo na madrugada

o velho sábio se acorda dentro de mim!

Rodrigo Bauer/Joca Martins

http://blogdojocamartins.blogspot.com/2010/04/sabio-do-mate.html

Imagem: O Gaudério e o Mate - Canguçu, RS, Brasil
Foto: Loila

17 de junho de 2016 - Temperatura da água do Mate - Pesquisa

Cuia - Receptáculo Sagrado - Poesia - Loila Matos

terça-feira, 19 de julho de 2011

Bijuterias - João Bosco



Bijuterias

Em setembro
Se Vênus me ajudar
Virá alguém.
Eu sou de virgem
E só de imaginar
Me dá vertigem.


Minha pedra é ametista
Minha cor, o amarelo
Mas sou sincero.
Necessito ir urgente ao dentista.
Tenho alma de artista
E tremores nas mãos.

Ao meu bem mostrarei
No coração
Um sopro e uma ilusão
Eu sei.

Na idade em que estou
Aparecem os tiques, as manias
Transparentes, transparentes
Feito bijuterias
Pelas vitrines,
Da Sloper da alma.

João Bosco

http://www.vagalume.com.br/joao-bosco/bijouterias.html

Tupã e Sasha


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Deus proverá - M. Madalena Daemen

"Deus proverá !"

Mensagens de Madre Madalena Daemen

  • Bondade e confiança em Deus.
  • Sirvamos juntas ao bom Deus.
  • O verdadeiro amor compartilha a felicidade dos outros.
  • A gratidão é a melhor homenagem que podemos oferecer a Deus.
  • Virvamos como verdadeiras filhas de São Francisco e Deus cuidará de nós.
  • Deus é bom! Ele é muito bom!
  • Tudo para a glória de Deus e por amor a Jesus Cristo.
  • A oração é a chave que abre os tesouros das graças divinas.
  • A oração é o alimento cotidiano da alma.
  • Filha, Deus a quer aqui.


Fonte: Agenda
Irmãs Franciscanas da Penitência e Caridade Cristã
Província do Imaculado Coração de Maria - Santa Maria - RS

domingo, 17 de julho de 2011

Sininho - Abutilon megapotamicum



Nomes populares:
  • Lanterna-chinesa;
  • Lanterninha-japonesa;
  • Sininho;
  • Chapéu-de-cardeal;
  • Farroupilha
Nome científico: Abutilon megapotamicum
Família:
Malvaceae
Origem: Brasil

Nota: Esta lanterna é belíssima!

Fontes:
http://www.tecniflora.com.br/html/flora_do_rs.html
http://www.cultivando.com.br/plantas_detalhes/lanterna_japonesa.html
http://www.jardineiro.net/br/banco/abutilon_megapotamicum.php