quarta-feira, 4 de março de 2015

Filosofia de Andejo - Jayme Caetano Braun - Luiz Marenco - Imagem - Dom Pedrito - RS - Brasil


Frente ao caminho me calo
E o pensamento sofreno:
O mundo é muito pequeno
Pras patas do meu cavalo!
Nesta jornada terrena
Aprende muito quem anda,
Sempre que a alma se agranda
A estrada fica pequena!

A carpeta da distância
É a escola do jogador,
Nunca se invide um amor
Mas só se perde uma infância

O jogo da redoblona
É a lei maior do combate
Nunca se agradece o mate
Se tem água na cambona!

Por escondido que seja
O rancho que tem bailanta,
Guitarra - gaita e percanta,
Meu flete sempre fareja!

O amor ao chão não tem preço,
Se aprende desde piazinho
O brabo é achar o caminho
Pra retornar ao começo!

Onde hay vaca - existe o touro,
Este é o primeiro decreto
E até o mais analfabeto
Sabe brincar de namoro!

Eu penso - penso e repenso,
Ninguém nasce pra ser mau,
Quem usa freio de pau,
É por gostar do silêncio!

Deve haver algum feitiço
Depois que o tempo nos laça
O mundo não tinha graça
Se a vida fosse só isso!

Letra: Jayme Caetano Braun

Música: Luiz Marenco

Violão base: Gustavo Teixeira

Violão solo: Luiz Clóvis Girardi
Violão solo: Egberto Parada

Gaita botoneira: Edilberto Bergamo
Contrabaixo: João Marcos Negrinho Martins

Intérprete: Luiz Marenco

Fonte: CD - Luiz Marenco - Ao Vivo Duplo

Imagem:
Fogo de Chão - Cambona - Dom Pedrito - RS, Brasil - 2015

Foto: Jorge

Ver:

Cambona - significado

  • Caminheiro - Renato Castelo Branco

  • Cantares - Caminhante não há caminho... - Antonio Machado -

  • Veterano - Leopoldo Rassier -Intérprete 

  • Vaqueano - Jayme Caetano Braun - Imagens - São Miguel das Missões


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